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MURAL DE RECADOS
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RECADOS
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02/09 - 18:21: Marco Antonio - Campo Grande
» Senhor Valdemir, apenas falei no interesse supondo que poderia ser uns dos agentes ou algo assim, não que os agentes sejam corruptos, pois, eu, acho que você também, espera o resultado da Justiça para afirmar algo, certo?! Ou você teve acesso aos processos?! Há vários casos que gente pequena que foi “enfrentar” os graúdos na justiça e “dançaram”. Por isso vai generalizar? Já ouvi falar que esses agentes queriam vender esses vídeos para a Veja. Repito, OUVI, não afirmo como o senhor afirma quem são os inocentes e quem são os culpados. Espero realmente que o senhor nunca faça concurso para Juiz, pois, pelo que vejo, julga sem ver as provas, apenas as partes. Agora me responda a pergunta que já fiz várias vezes aqui: pq cada hora é uma versão nova? Uma hora, era clandestina, não tinha autorização, outra hora, tinha autorização, mas, é ilegal (apesar de que a justiça que deve decidir), depois aparece falando que o direto do presídio “engambelou o juiz para ele assinar coisas que não deveria. Não é estranho?! Várias versões. Vamos esperar a próxima. Pegue o histórico desse site e veja se não acontece isso. Engraçado, pq somente meia dúzia de agentes quiseram denunciar? Só eles tiveram a consciência que estava acontecendo algo errado. Esperamos a justiça. E como eu disse, sei que se ela condenar os agentes, o senhor vai falar que ela é falha. Se condenar os graúdos ai sim, Fez a justiça.
Obs: Maria conheço muita gente que foi injustiçada pelo judiciário,inclusive, parentes, mesmo assim, eles, e nem eu, desacreditamos nela. Outra coisa, apenas para esclarecer, se eu for juiz e faço a ilegalidade, eu não vou presidir o processo, logo, eu não posso decretar o sigilo dele. Vamos esperar para ver, né?! Nós, sem vermos os autos, não temos as mínimas condições de proferir algum juízo, certo?!
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02/09 - 10:44: Maria - Campo Grande
» Caro Marco Antonio.... espere a Justiça... e verás a verdade... Ah!!! me refiro a Justiça de Deus tá! POis essa que vc se refere é podre. Como o Senhor Albuquerque falou abaixo, quem seria louco de colocar em jogo um salário tão alto... inventando histórias tão sérias. VC seria? Vc sabe quanto custa passar em um concurso público federal, com um salário desse? Te respondo: custa inúmeras horas, de inúmeros dias, de inúmeros anos, sem sair de casa, sem diversão, se privando de inúmeras coisas. Vc sabe qual foi o erro desses agentes? Foi justamente acreditar na Justiça. Vc nunca parou pra pensar que esse "algo sigiloso" é justamente pra esconder "algo monstruoso". É assim que funciona: eu sou juiz , cometo um monte de ilegalidade... ah!! E daí? depois eu decreto segredo de justiça. Sem contar que tenho um monte de autoridades que me devem favores. rs, rs, rs,rs. E agora consegue imaginar? Vc esqueceu do Senado e dos atos secretos... pra que serviam mesmo esses "atos".? Qual foi o resultado disso? Quem era a autoridade acima de qualquer suspeita? Marco Antonio, o Natal ta chegando... se preocupe não, Papai Noel também. Ah , outra coisa, não tenho nenhum parentesco, nem amizade com esse agentes, gostaria de conhece-los. A minha indignação é que já fui injustiçada por essa sua Justiça, por essa autoridades acima de qualquer suspeita, num caso semelhante de denuncia e até hoje sofro. Desejo que vc nunca precise dela. Tenha Deus em seu coração e será o suficiente.
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01/09 - 23:38: VALDEMIR RIBEIRO ALBUQUERQUE - CAMPO GRANDE MS
» Ao Sr. Marco Antônio – Hoje, poucas pessoas do povo lembram de Francenildo Santos Costa. Mais conhecido como “ o caseiro” que teve seu sigilo bancário ilegalmente violado. Francenildo era testemunha de acusação contra um ministro da República. “Francenildo divulgou ter visto o então ministro frequentando a mansão para reuniões de lobistas acusados de interferir em negócios de seu interesse no governo…. , para partilhar dinheiro e abrigar festas animadas por garotas de programa.” Quando souberam que o Francenildo tinha mais dinheiro do que era normal para um caseiro em sua conta bancária, tentaram desqualificar o depoimento do mesmo. "O Ministro da Fazenda Antonio Palocci desmente o caseiro. O ministro afirma que as denúncias de Francenildo Costa não podem ser verdadeiras porque ele (Palocci) "não sabe dirigir em Brasília". Veja que argumento poderoso. Dizer que a posse de tal dinheiro era o “interesse” - a que o senhor se refere - e que também era o motivador da denúncia feita pelo infeliz contra gente graúda. Ora! Ora! Como são as coisas!
QUAL FICCIONISTA SERIA DIGNO DE CRÉDITO SE ESCREVESSE UMA HISTÓRIA COMO A QUE SEGUE ABAIXO?
"Em 1 de abril, a revista Veja nº. 1950, datada do dia 5 de abril, denuncia na capa “Golpe Sujo”, afirmando que a Caixa chegou a oferecer R$ 1milhão de reais para os funcionários a assumir a culpa pela quebra do sigilo do caseiro Francenildo; quem estava em casa de Palocci quando recebeu o extrato do caseiro; o pai de Francenildo teve o sigilo bancário quebrado; o advogado foi convocado para forjar versão da quebra do sigilo do caseiro. A revista reproduz uma longa história: Jorge Mattoso recebeu pessoalmente de Antonio Palocci a ordem para quebrar o sigilo do caseiro. Deu-se na tarde de 16 de março, numa sala do Planalto. Palocci assistia pela TV ao depoimento de Fracenildo na CPI dos Bingos; Às 23h30 do mesmo dia, ao chegar à residência de Palocci para entregar um envelope contento o extrato do caseiro, Mattoso encontrou outros dois integrantes do governo: o assessor de imprensa do Ministério da Fazenda, Marcelo Netto, e o secretário de Direito Econômico, Daniel Goldberg, subordinado e braço direito do ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça). Pouco antes, deixara a casa o chefe-de-gabinete de Bastos, Cláudio Alencar; O que faziam os auxiliares de Thomaz Bastos na casa? Foram chamados por Palocci, que queria deflagrar uma operação da Polícia Federal para desbaratar o que se acreditava ser uma armação política contra ele. Os alvos eram o caseiro Francenildo e o senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT). Alencar, o chefe de gabinete do ministro da Justiça, chegou a mandar um pedido formal de diligência policial sobre o caso. Um policial federal veterano da cúpula da corporação recebeu o pedido, examinou-o e respondeu que aquilo levaria quinze dias para produzir algum efeito prático; Na manhã seguinte, 17 de março, sem saber que o front policial estava parado, Palocci comentou com um ministro: "Vamos ter uma notícia boa hoje". No início da tarde, além de Palocci, outras autoridades do governo já tinham visto cópias do extrato de Francenildo Costa. Três dias antes, o senador Tião Viana (PT-AC) espalhava pelo Senado a informação de que um jardineiro ouvira Francenildo dizer que recebera um bom dinheiro e planeja comprar um terreno ou uma casa; Na noite em que recebeu o extrato do caseiro em casa, das mãos do presidente da Caixa, Palocci ouviu de uma das testemunhas da cena um alerta: embora o documento pudesse incriminar o caseiro, sua obtenção fraudulenta abria um telhado de vidro sobre a operação. Como fazer para encobrir a quebra do sigilo? Surgiu e prosperou a idéia de produzir uma reclamação contra o caseiro no âmbito do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). A estratégia daria a impressão de que existia uma investigação legítima. Porém, impacientes, Palocci e seu assessor Marcelo Netto divulgaram o extrato logo no dia seguinte, antes mesmo de "esquentá-lo" com a farsa no Coaf. O jornalista Matheus Leitão, repórter da revista Época e filho do assessor Marcelo Netto, circulava pela CPI dos Bingos tentando confirmar se o número do CPF que aparecia no extrato retirado na Caixa Econômica Federal era o mesmo do caseiro Francenildo Costa. A CPI mantém o registro do CPF e do RG dos depoentes; Na noite daquele dia, Lula, que estava em viagem a Santa Catarina, foi informado por um assessor que a Época publicaria a matéria com base no extrato bancário de Francenildo Costa. Um pouco mais tarde, Márcio Thomaz Bastos, que vinha de uma viagem a Rondônia, fez um pouso na base aérea de Brasília, antes de decolar para São Paulo. Recebeu uma cópia da notícia, veiculada no blog da revista. Achou que se tratava de um fato alentador. Mudou de idéia no fim de semana, diante da comoção contra a violação. Daquele momento em diante, a estratégia de desacreditar o caseiro foi substituída, dentro do governo, por uma faxina destinada a apagar as provas do crime e preservar o então ministro Antonio Palocci e seu assessor Marcelo Netto. O governo tentou convencer Jorge Mattoso a assumir a responsabilidade pela violação. No dia 23 de março, uma quinta, Mattoso voltou à casa de Palocci. Encontrou o advogado Arnaldo Malheiros, amigo de Thomaz Bastos. Circulou a idéia de oferecer dinheiro vivo (R$ 1 milhão) a algum funcionário da Caixa que se dispusesse a assumir a culpa pela quebra do sigilo. Ouvido por Veja, o advogado confirma o encontro mas nega as discussões em torno da oferta financeira.
A Polícia Federal torna como principal suspeito o ex-Ministro da Fazenda, Antonio Palocci no caso da quebra ilegal do sigilo bancário de Francenildo dos Santos Costa. Sob reserva, os investigadores do caso dizem ter reunido indícios que apontam para o envolvimento direto do ex-ministro da Fazenda na encomenda da ilegalidade. Afirmam estar próximos de provar que a participação de Palocci não se limitou ao recebimento do extrato do caseiro das mãos de Jorge Mattoso, ex-presidente da Caixa Econômica Federal. A hipótese com que trabalha a PF é a de que Palocci tenha ordenado diretamente a violação dos dados bancários de Francenildo. Mattoso e Marcelo Netto podem depor na PF nos próximos dias, pois suspeita-se que ambos falaram verdades e mentiras.
Em 3 de abril, Em meio à ofensiva da oposição, que passou a levantar dúvidas quanto à sua atuação no “caseirogate”, o Ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, diz que "não houve demora, deslize, nem lentidão da Polícia Federal”. Disse que “a PF teve toda amplitude para investigar". PSDB e PFL passaram a questionar a ação de Bastos a partir do noticiário do final de semana, que informou sobre a presença de dois de seus auxiliares (o secretário de Direito Econômico Daniel Goldberg e o chefe de gabinete Cláudio Alencar) na casa de Antonio Palocci no dia em que o sigilo bancário de Francenildo dos Santos Costa foi violado, 16 de março. Bastos diz que o então Ministro da Fazenda pediu-lhes que mobilizassem a PF para investigar Francenildo, o que foi negado. E faz uma ressalva: "Eles não são testemunhas de nenhuma irregularidade. Eles simplesmente foram lá [na casa de Palocci], receberam o pedido [de investigação], que não quiseram atender". Como evidência da correção da pasta que dirige, Bastos diz que a investigação do caso "foi feita num tempo absolutamente compatível, com dificuldade, mas num tempo muito rápido. Numa semana, praticamente 80% da questão foi resolvida em termos de materialidade e autoria. Resta agora continuar essa investigação. Posso dizer que o governo federal cumpriu sua obrigação desde o primeiro momento". Um detalhe intriga a oposição: "Por que, afinal, a PF passou a considerar o caseiro Francenildo de vítima em investigado?" Eis uma questão que ainda carece de uma boa explicação. Segundo o reportér da Folha OnLine, Felipe Recondo, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMBD-AL), reúne os líderes partidários para discutir um requerimento de convocação de Thomaz Bastos para explicar-se no plenário. O autor da proposta é o líder do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM). O governo, obviamente, é contra.
Segundo o reportér da Folha de S. Paulo, Kennedy Alencar, afirma que uma semana antes de demitir Antonio Palocci, Lula ouviu do ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça) que ele considerava o então colega da Fazenda o principal suspeito de ter quebrado o sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. A convicção de Thomaz Bastos vinha da conversa que tivera com dois assessores que conversaram com Palocci no dia da quebra do sigilo da conta de Francenildo (16 de março), e no dia seguinte, quando os dados do caseiro foram divulgados no blog da revista Época. Os auxiliares de Thomaz Bastos que se reuniram com Palocci foram o secretário de Direito Econômico, Daniel Goldberg, e o chefe de gabinete da pasta da Justiça, Cláudio Alencar. Um deles, Goldberg, testemunhou a chegada de Jorge Mattoso, presidente da Caixa, à casa de Palocci na noite em que o crime da quebra do sigilo foi praticado. Goldeberg e Alencar disseram a Thomaz Bastos que Palocci queria que colocassem a PF no encalço do caseiro. Falava de uma movimentação atípica na conta de seu algoz. Mencionava a existência de um jardineiro que testemunharia o recebimento de alta soma em dinheiro por Francenildo. A despeito de ter sido informado de tudo isso, Lula demorou-se em afastar Palocci. Alega, segundo contam seus auxiliares, que chamou o ex-chefe da Fazenda para uma conversa. E ele negou que houvesse encomendado a violação da conta do caseiro. O presidente diz que, sem uma prova cabal, não poderia ter afastado Palocci. Essa prova só teria surgido na segunda-feira passada. Nesse dia, em depoimento à PF, Jorge Mottoso disse que entregou pessoalmente a Palocci o envelope contendo o extrato de Francenildo. A oposição, que não perde tempo, elevou vez mais o tom das críticas, contra agora Thomaz Bastos e todo o governo, informam Adriano Ceolin e Fábio Zanini (Folha de S. Paulo). PFL, PSDB e PPS ontem sustentam que a violação do sigilo do caseiro foi uma decisão de governo. Enxergam, no mínimo, omissão do ministro da Justiça. "As informações de envolvimento de assessores do ministro da Justiça na quebra do sigilo mostram que há corrupção sistêmica no governo. Todos os que estão ao redor de Lula estão contaminados", disse o líder da oposição na Câmara, José Carlos Aleluia (PFL-BA). Para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), está claro que a violação do sigilo do caseiro foi uma decisão política do governo. "Até agora, está implícito que o presidente Lula tinha conhecimento." Ele lembra que Palocci deu expediente numa sala a poucos metros do presidente na semana em que a crise foi deflagrada-entre os dias 17 e 27 de março. "Isso nos dá o direito de fazer a ilação de que Lula pelo menos ficou sabendo do que havia acontecido", disse.
Os procuradores da República, Gustavo Pessanha Velloso e Lívia Nascimento, revelaram a um colega de Ministério Público que decidiram mover ações judiciais contra o ex-ministro Antonio Palocci, o ex-presidente da Caixa Econômica, Jorge Mattoso e o ex-assessor de imprensa da Fazenda, Marcelo Netto. Os três serão responsabilizados civil e penalmente pela violação e divulgação da conta bancária de Francenildo dos Santos Costa. Pessanha Velloso e Lívia Nascimento acham que o inquérito da Polícia Federal sobre o caso já reúne elementos suficientes para a transformação de Palocci, Mattoso e Netto em réus. A situação dos três complicou-se ainda mais depois de dois novos depoimentos colhidos pela PF. Foram inquiridos o secretário de Direito Econômico do Ministério da Justiça, Daniel Goldberg, e o chefe de gabinete do ministro Marcio Thomaz Bastos (Justiça), Cláudio Alencar. Ambos confirmaram ter ido à casa de Palocci na noite de 16 de março, dia em que o sigilo do caseiro foi quebrado ilegalmente. Alencar teria ido embora. Goldberg ficou. O então ministro da Fazenda pediu-lhe que mobilizasse a Polícia Federal para investigar Francenildo. Disse-lhe que dispunha de informações de que o caseiro tinha uma movimentação bancária atípica. Goldberg informou à polícia ter testemunhado a chegada de Jorge Mattoso à casa de Palocci. Ouvido pela PF há sete dias, Mattoso já havia confessado ao delegado Rodrigo Gomes, chefe do inquérito na PF, que fora à casa de Palocci naquele dia para entregar-lhe um envelope contendo o extrato extraído ilegalmente dos computadores da Caixa. Os dois assessores de Thomaz Bastos contaram à polícia que, no dia seguinte, informaram a Palocci que não havia elementos para investigar o caseiro, como ele desejava. Teriam informado a Thomaz Bastos acerca dos contatos mantidos com Palocci. Curiosamente, na semana seguinte, o caseiro Francenildo converteu-se de vítima em investigado da PF. Além de ser acusado de mandante da violação do sigilo bancário do caseiro, Palocci será implicado em outra irregularidade. Será acusado de montar uma farsa para transformar o caseiro em suspeito de “lavagem de dinheiro”. O então ministro acionou indevidamente contra Francenildo a estrutura do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda.
Em 4 de abril, o caseiro depõe na polícia como investigado por causa da quantia encontrada na conta bancária, por suspeita de lavagem de dinheiro.
O advogado do ex-Ministro da Fazenda, Antônio Palocci, José Roberto Batochi, anuncia na tarde para imprensa, que pode comparecer na imprensa às 17hs com “uma notícia bombástica”; cerca de centenas de jornalistas esperaram por até ele aparecer às 22hs30min, a anunciar que Palocci foi interrogado pela Polícia dentro da residência por causa de problemas de saúde. Horas depois, o delegado que investiga a responsabilidade da quebra do sigilo bancário do caseiro, afirma que Palocci teria recebido pelo ex-presidente da Caixa o extrato de bancário do caseiro, mostra a quantia de mais 20 mil reais, mas rasgou 4 dias depois ter recebido, mas foi indiciado por quebra ilegal e pode ser condenado a 4 anos de prisão. A simples perspectiva de explosão da “bomba” de Batochio balançou os alicerces de Brasília. Especulou-se que o advogado estaria a serviço de Marcelo Netto, o ex-assessor de imprensa de Palocci. Suspeito de ter vazado o extrato de Francenildo, Netto detonaria o Ministério da Justiça. Qual nada. Tudo não passou de uma cilada, urdida para desviar as atenções do depoimento de Palocci. Muita gente engoliu a isca. O advogado de Palocci só deu as caras perto das dez da noite. A “bomba” que prometera era, na verdade, um traque. Nada de Marcelo Netto, cujo advogado se chama Eduardo Toledo. Nada de petardos contra a pasta da Justiça. Batochio era portador apenas das potocas de Palocci. Em suma, uma palhaçada protagonizada pelo ex-primeiro ministro, envergonhado da nova condição. A condição de primeiro-indiciado.
Em depoimento de três horas à Polícia Federal, o ex-Ministro da Fazenda Antonio Palocci nega que tenha ordenado a quebra ilegal do sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa e de também qualquer tipo de envolvimento na divulgação do extrato bancário do caseiro pra a imprensa. O depoimento aconteceu na manhã, mas os detalhes só foram divulgados de noite. A PF deu de ombros para as palavras do ministro. Ao final do depoimento, o ex-ministro foi formalmente indiciado pelo crime de quebra do sigilo funcional. Para a polícia, há no inquérito evidências de que a ordem para a violação do sigilo do caseiro partiu, sim, de Palocci. Com o auxílio da polícia e do seu advogado, José Roberto Batochio, o ex-ministro da Fazenda armou uma mega-operação para evitar o constrangimento de ter que comparecer à sede da PF. Ele depôs secretamente, na residência oficial de ministro, que ainda não desocupou. Na condição de ex-ministro, não tinha direito a tal deferência. [3]
Em 5 de abril, O jornalista Marcelo Netto, ex-assessor de imprensa do Ministério da Fazenda, Antonio Palocci, presta depoimento à Polícia Federal. Como foi ouvido na condição de investigado, ele se negou a responder às perguntas da polícia. Deixou o prédio da PF sem ser indiciado. Netto é suspeito de ter vazado para a revista Época o extrato bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa. Na entrada da PF, o advogado Eduardo Toledo, que defende o jornalista, disse que seu cliente é inocente. Toledo tentou justificar a presença do Netto na casa de Palocci na noite de 16 de março, dia em que Palocci recebeu o envelope contendo o extrato da conta de Francenildo: "Meu cliente era assessor de imprensa do ministro. A presença dele no ministério ou na casa do ministro se justificava pela função que exercia no momento".
Em 6 de abril, o Ministro da Justiça, Márcio Thomas Bastos, aparece no Congresso Nacional para se defender das acusações em que os próprios assessores tiveram ligação e o acesso da conta bancária do caseiro Francenildo.
Em 8 de abril, a revista Veja nº. 1951, datada do dia 12 de abril, denuncia na capa “Golpe Sujo II”, afirmando que o Ministro da Justiça, Márcio Thomas Bastos, ajudou o ex-ministro Palocci na defesa e acusa como cúmplice. Segundo a revista, o ministro teria ordenado a operação para tentar abafar a desastrada quebra ilegal do sigilo bancário do caseiro Francenildo, para não envolver desde funcionários até altas autoridades. Horas depois, o ministro divulga a nota à imprensa, negando as acusações, dizendo no final da nota que as afirmações da Veja “são fantasiosas”.
Em 10 de abril, o Ministro da Justiça, Márcio Thomas Bastos aparece no Planalto e se encontra pessoalmente com o presidente Lula, para se defender das denuncias da revista Veja do dia 8/4, datada no dia 12/4, revela que o ministro “Foi Cúmplice” (título da reportagem) da operação para tentar abafar a desastrada quebra ilegal do sigilo bancário do caseiro Francenildo. Além dessa denúncia, inclui a tentativa de pagar R$ 1 milhão de reais a algum funcionário da Caixa a assumir ter quebrado o sigilo do saldo bancário do caseiro e também aponta que ele se reuniu há uma semana com o ex-ministro Palocci. Tanto os governistas e a oposição queriam que Bastos fosse dar depoimento à CPI dos Correios antes do feriado da Semana Santa que começa na sexta-feira, mas não há um documento da própria CPI que obrigue o ministro a fazer. Apesar de o ministro querer se defender do Plenário da Câmara e sabendo a proximidade do feriado, decide faze-lo só na próxima semana, um gesto interpretado para oposição para o governo “ganhar tempo” como afirma alguns. A nova denuncia constrange até os ministérios da Fazenda e Fazenda, admitindo a reunião feita pelos ministros, mas negam a nova denuncia.
Em 12 de abril, o Ministro da Justiça, Márcio Thomas Bastos anuncia que no dia 18/4 vai aparecer no Congresso Nacional para se defender das acusações em que ele e assessores estiveram envolvidos no caso da quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo, que derrubou Palocci ao declarar que ele participou reuniões na casa 25. O ministro nega as acusações que teria defendido Palocci e que estaria saindo do ministério.
Em 13 de abril, o ex-Ministro da Fazenda, Antônio Palocci é indiciado por mais 2 crimes, no caso da quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo: prevaricação (por receber o extrato bancário do caseiro, que dá 3 anos) e denuncia (ou denunciação) caluniosa (por acusar o caseiro sem provas que dá 8 anos). Ele já foi indiciado por outros 2 crimes: quebra de sigilo funcional e bancário. O anuncio foi feito pelo delegado Rodrigo Gomes que preside o processo contra Palocci. O ex-assessor de imprensa de Palocci, o jornalista Marcelo Netto é acusado de ter divulgado à revista Época o extrato do caseiro Francenildo da Costa, como uma “denuncia” para contra o caseiro.
Em 17 de abril, o advogado do caseiro Francenildo dos Santos, entra com o recurso de indenização ao cliente de 21 milhões de reais (17,5 contra a Caixa e 4,0 contra a revista Época). Os 17,5 equivale 50 mil salários-mínimos, a Caixa por ter quebrado o sigilo bancário e a revista por ter divulgado o extrato sigiloso bancário. A Caixa diz que vai recorrer a decisão e os diretores da Época não quis comentar sobre a indenização.
Membros de deputados do PFL perdem o impeachment contra o presidente Lula, devido aos casos do mensalão e a quebra ilegal do sigilo do caseiro Francenildo da Costa.
Wlicio Macedo, advogado de Marcelo Netto, ex-assessor de imprensa do Palocci, diz em coletiva de imprensa, que o seu cliente se apresentou à polícia, para se defender a acusação da quebra ilegal do sigilo do caseiro Francenildo, mas saiu da delegacia indiciado. Macedo diz que o delegado não se convenceu às afirmações do Netto, saindo da delegacia com a acusação de quebra de sigilo bancário ilegal.
É prorrogado para o dia 20/3, o depoimento do Ministro da Justiça Márcio Thomas Bastos, que era previsto para o dia 18/4.
Em 19 de abril, a Polícia diz que o ex-Ministro da Fazenda, Antônio Palocci, “é sim” o responsável pela ordem da quebra de sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa dos Santos, em um processo de 7 volumes com 31 testemunhas; o relatório não inclui o Ministro da Justiça, Márcio Thomas Bastos, que se reuniu com ex-ministro Palocci, 10 dias depois da operação para desacreditar o caseiro na quebra de sigilo; Marcelo Netto ex-assessor de comunicação de imprensa do Palocci foi indiciado com a acusação da quebra do sigilo, o ex-presidente da Caixa, Jorge Martoso, foi indiciado com a acusação de quebra do sigilo e a divulgação do extrato. O advogado do Palocci, Rodrigo Gomes, anuncia que vai recorrer a decisão.
O deputado do PMDB-SE, Almeida Lima anuncia que protocolou as assinaturas de uma nova “CPI do Lula” ou “CPI da Família do Lula” para investigar as atividades do governo sobre os escândalos da dívida paga pelo amigo do presidente Paulo Okamoto; uma dívida paga pelo presidente do Telemar, o filho Lulinha, de origem desconhecida; a quebra ilegal do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. Ele diz que hoje já tem 34 assinaturas no Senado.
Em 20 de abril, o líder do PFL na Câmara, Rodrigo Maia, entra com o recurso no Conselho de Ética contra o Ministro da Justiça, Macio Thomas Bastos, pelo fato de ter escolhido o advogado Jorge Matoso para o ex-ministro Palocci, que é amigo do Bastos.
Membros do PSDB e PFL acusam o uso do depoimento do Ministro da Justiça, Macio Thomas Bastos, como político e que vão depor-lo no Senado, onde os oposicionistas são a maioria.
A casa de luxo 25, o número da residência, que ficou conhecida em todo o país como “República do Ribeirão Preto” com denuncias do caseiro Francenildo da Costa, onde se reuniam Wadimir Poleto e Rogério Burati antes das denuncias contra o Ministro da Fazenda, Antônio Palocci em 2005, está para alugar para novo proprietário, com 14 mil reais por mês. A casa tem 4 salas, 4 cozinhas, 4 banheiros e 2 cozinhas.
Em 27 de abril, o ex-ministro Palocci chega de manhã na Polícia Federal em um carro com vidros escuros, sendo acompanhado por outro carro, para não ser visto pela imprensa, mas sai da PF indiciado em mais 4 crimes, mas desta vez a Polícia indicia ex-ministro por crimes no 2º mandato de prefeito de São José do Rio Preto de 2001 até 2002: falsidade ideológica, peculato (uso do cargo para fins pessoal), formação de quadrilha e lavragem de dinheiro. Ele já foi indiciado por outros crimes no caso da quebra do sigilo do caseiro: quebra de sigilo funcional e bancário; prevaricação (por receber o extrato bancário do caseiro, que dá 3 anos) e denuncia caluniosa (por acusar o caseiro sem provas, que dá 8 anos) (dia 13/4). Ele já foi acusado de promover na famosa residência de luxo “casa 25” de Brasília, festas de lobistas e garotas de programas (prostitutas). O indiciamento só foi possível por que na época de acusação do ex-assessor Rogério Buratti que começou em agosto/2005, Palocci tinha foro privilegiado por ser ministro, com a renuncia perdeu esse privilégio e voltou ser cidadão comum. O advogado do Palocci, Batochio, diz à imprensa na rua, ser “uma heresia” as novas acusações do ex-ministro e que vai recorrer, que ele não assinou os contratos da empresa Leão&Leão e que acha que o indiciamento de mais crimes é “Absurdo com A maiúsculo” as acusações.
Membros da polícia da seccional de São José do Rio Preto no estado de São Paulo, diz que o delegado que investiga ex-ministro Palocci, teria sido avisado pela cúpula da polícia estadual “não apertar muito” o ex-ministro. O delegado é o Benedito Valentisi, uns dos investigadores mais agressivos na investigação do Palocci, mantém em silêncio há vários dias e que misteriosamente enviou as perguntas para que ex-ministro respondesse ao invés ir para Brasília.
Em 28 de abril, o Ministro da Justiça, Márcio Thomas Bastos, é obrigado a depor na semana que vem diante das suspeitas do Ministério Público que ele seja suspeito de estar envolvido no caso da quebra ilegal do sigilo bancário do caseiro. Bastos se encontrou com Palocci no dia 23/3, dez dias antes ter o extrato do caseiro recebido por 2 funcionários da Caixa ao Palocci. A maior dúvida da investigação é como Bastos escolheu o advogado ao ex-ministro que é amigo do Ministro da Justiça."
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Esc%C3%A2ndalo_da_quebra_do_sigilo_banc%C3%A1rio_do_caseiro_Francenildo
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01/09 - 22:46: valdemir ribeiro albuquerque - campo grande MS
» Ao senhor Marco Antônio - eu não sou corrupto, nem nunca fui. Pelo seu raciocínio, só se pode buscar a verdade ou denunciar algo, como o que foi denunciado, se estiver envolvido em corrupção? O seu "ainda mais sem nenhum interesse" o denuncia. A que tipo de interesse o senhor se refere? Seja franco e corajoso, pois o prejuízo é somente meu.
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01/09 - 18:24: Marco Antonio - Campo Grande/MS
» Caro Valdemir, se o senhor ler novamente o que eu escrevi, não culpei os agentes, apenas falei que as gravações corriam ou correm em segredo de justiça, logo, não é direito de ninguém sair espalhando. Falei se é ou não constitucional, não sou eu, você, os agentes, ou os advogados envolvidos que irão definir. E sim a justiça. Ora! Raciocina! Se eu como advogado de uma das partes, fico noticiando (algo sigiloso), vou falar que os meus clientes estão errados?! Se sou advogado do diretor do presídio, procurador ou juiz, é ridículo eu sair divulgando sem ao menos ter a resposta da justiça. Evidente que se eu divulgar, vou “puxar a sardinha” para meus clientes. Já que você é tanto se interessa, me explica o pq de tantas versões como elenquei anteriormente?! Se ninguém estivesse espalhado, se tivesse deixado, como deveria deixar, em segredo, com certeza, nenhuma das famílias estariam correndo risco. Seguindo esse seu pensamento, quando houver um litígio entre um civil e um policial, sobra para o civil; entre um policial e um juiz, sobra para o policial; entre um juiz e um desembargador; sobra para o juiz, para o desembargador e um ministro, sobra para o desembargador. Espero que algum advogado estava lendo sua idéia, assim, nunca irá defender o mais “fraco”! Agora, com certeza, SE, POR ACASO, for comprovada a culpa desses agentes, você mais do que logo, irá aparecer aqui falando que a justiça falhou. Ainda continuo achando muita bondade desses agentes, ainda mais sem nenhum interesse. Preocupados até com a água que servem. Hahahaha! Acho que antes de agentes, eram padres. Obs: agora, se você for algum desses agentes, ou tiver algum interesse, ai concordo plenamente com o seu modo de pensar!
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01/09 - 14:13: Lauro Padilha - Ponta Grossa/Pr
» EDUCAÇÃO é a saída. Inserir nas matérias escolares o tema corrupção e a vergonha que isso representa, para que nossas crianças já cresçam com essa lógica. E trabalho paralelo com a família para que todo o círculo se feche.
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30/08 - 22:55: lucabi brasil - curitiba
» Perigo! até onde pretendemos ir nos enganando,o sistema todo vai ruir! não há mais como fechar os olhos ante a realidade! estamos a criar deuses , crer e ter esperanças, apenas isto!
Temos a deusa justiça que é injusta!
Temos a deusa democracia que não passa de utopia!
Temos o deus dogmático , doutrinario, religioso no qual basta ter fé !
Aprendemos que viver de ilusão ja basta!
O ateu talvez seja feliz e livre de fato, porem tem suas responsabilidades infinitamente aumentadas pelo deus da razão! lucabi brasil
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30/08 - 15:06: alfredo - nova maringa-mt
» - Fico tão indignado com os escandalos e falcatruas no qual acontece diariamente no Brasil e nossos governantes não os pune. Não vai tão longe o escandalos acontecidos recente nal Receita Federal do Brasil e nada de soluções, uma entidade publica de nome a zelar deixa funcionarios abrir dados sigilosos de contribuientes e expõe para toda a nação brasileira saber, deveria o executivo nacional preservar a moral das entidades e punir os responsaveis, percebemos que existe lei para uns e para outros não. Não podemos deixar que essas atitudes de pessoas totalmente insanea transvasam se de alegria ao expor aquilo que de mais sigiloso de um ser humano tenha e que seja exposto ao publico nacional. Muito do que está acontecendo é culpa nossa se na época do mensalão nós brasileiros estivessem se colocado em memoria da nação brasileira e saido às ruas levantando a bandeira da ética e da moral quem sabe teriamos acabado em pelo menos 60% e a politica seria mais limpa.
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27/08 - 20:03: Rogério d F Adriano - Caraguatatuba/SP
» Indigna-Nação:
Um sentimento de ira, uma repulsa ante uma ação vergonhosa, injuriosa e injusta.
É um sentimento comum entre as pessoas dignas de respeito, não coniventes e revoltadas com as pilherias que se pratica neste país.
Em todas as direções há escândalos de desonestidade e injustiças sociais.
Tem sempre alguém se aproveitando da situação planejando como melhor aproveitar da incapacidade e fragilidade das pessoas expostas a um sistema corrupto.
Mediante esta situação aumenta a preocupação de como atuar para sobreviver neste cenário caótico em que aqui vivemos, onde não se respeita os valores morais da dignidade humana.
Observamos que dia a dia estão se extinguindo os valores morais em nossos meios de convivência.
O modelo de sobrevivência a que nos é imposto tornam-nos insensatos, incessíveis e ignorantes, proliferando o excessivo egoísmo entre todos.
A Conseqüência deste comportamento provoca freqüentes situações desastrosas para todos.
O respeito se esvai como fumaça levando com ele a dignidade como um bem de melhor valor entre as pessoas.
Paternalismo saudável não existe, não temos aquém se apoiar, em busca do equilíbrio social e manter o respeito, aqueles que deveriam dar exemplos, é os que mais se aproveitam da situação usando o poder a suas conveniências conduzindo os processos a seus interesses pessoais.
Onde está à harmonia, o equilíbrio social, o respeito pela justiça, os princípios da moralidade e do bem estar coletivo?
Perdemos isso? De que forma? Onde erramos? Porque nos tornamos assim? O que nos induz a manter este comportamento?
Somos responsáveis pelos nossos atos! Até que ponto?
Se você não educar seu filho de uma forma correta e por convivência ele se tornar um transgressor fraudulento das leis e dos bens alheios, até que ponto cabe a ele a culpa por ser assim?
Quem são os maiores responsáveis pela educação de uma nação os filhos da pátria mãe amada o futuro da nação? Eu, você ou o estado?
Temos que dar o respeito para sermos respeitados! O estado dar-se ao respeito?
Estas perguntas nos levam o pensar, é isso que desejo para as futuras gerações...! Sim os nossos filhos!
O que vão se tornar quando tivermos a maturidade de tomar decisões?
O futuro, qual caminho seguir? Da decência ou da malandragem?
Com todo este desequilíbrio da sociedade gerando insegurança e incertezas, que caminho seguir...?
Que tipo de educação devemos dar as futuras gerações?
Sermos oportunistas implacáveis, usando de todos os meios sórdidos para alcançar os nossos objetivos coagindo ou convivendo com nossas fontes de influencias com subornos e conchavos ou competir com igualdade, dignidade e cultura, respeitando nossos concorrentes na vitória ou na derrota.
Parece tão simples praticar o bem!
Mas, aqui não é não, porque não queremos? As circunstancias para a sobrevivência nos obriga a se defender, é como se a pratica do mal fosse o correto. Vivemos em uma sociedade onde o mal se prolifera confundindo com o bem se misturando com muita velocidade.
O solo é fértil para se plantar a maldade.
Recebemos uma influencia poderosa de tudo aquilo que é de mais sórdido existente no mundo.
Somos alvo fácil de ser atingindo, hospedamos e recebemos com braços abertos a influencia do contato com a pior espécie de trapaceiros de toda parte do mundo, que traz nas suas bagagens todo tipo de patologia maligna a nossa sociedade, contaminando e espalhando o mal entre nos.
Somos vitimas das influencias que somos expostos todos os dias pelos meios de comunicação.
Razão de nossa ingenuidade parte de estrutura montada planejada de uma forma mesquinha resultando em uma péssima educação que recebemos em nossas escolas e dos meios de informação hipócritas.
Onde esta nossa pátria mãe? Quem nos protegerá? Onde esta o paternalismo? Em uma nação digna seria fácil responder a estas perguntas! O estado, mas, isso não acontece, pelo contrario estes são coniventes por interesses políticos e econômicos nos emporcalham.
O meio de comunicação que teoricamente deveriam ser imparciais informando e divulgando a verdade doa a quem doer pura e com clareza, não o fazem por interesse econômicos ficam sempre em cima do muro, aguardando os resultados sensacionalistas, procuram estar sempre à espreita aguardando os vitoriosos para apoiarem em seus planos dominadores.
Quanto aos religiosos àqueles que deveriam usar a igreja como uma entidade social cuidando com amor as aflições e as dificuldades sociais do povo incentivando a educação como meio da prosperidade, isso não o vazem pelo contrario usam a como um circo de horrores de uma forma de espetáculos lúdico iludindo e comovendo os fieis a se entregarem de corpo e alma aos encantos mesquinhos de seus interlocutores maquiavélicos que servem como exemplos para inspiração de empresários desonestos e fraudulentos da sociedade.
Com certeza têm mais amor no dinheiro do que em Deus, são a escoria da desgraça de uma nação, hipócritas que se aproveitam da fé e da ignorância das pessoas sedentas por consolo espirituais como refugio, manipulando-as com programas ministeriais designados com táticas disciplinares, rigorosos esquemas de gestões.
Condição propicia onde se estabelece um ambiente de comodismo entre todos, entende-se que basta agir de uma forma comodista vivendo egoistamente o presente e esperando que todo se encaixe de uma forma perfeita sem medir conseqüências futuras.
Os que podem mais vivem em suas bolhas fragilmente protegidas à custa dos fracos, os que podem menos vivem humilhadas trabalhando freneticamente para sobreviver com poucas perspectivas de educação e felicidade. Costumeiramente Apegando-se aos fortes, corruptos ou não, não tendo o poder da escolha.
Neste ambiente inóspito criam-se pessoas violentas e cruéis, marginalizadas pela sociedade.
Eis a questão:
Então que educação eu devo dar para meu filho, para que ele viva em lugar feliz ou possa comprar por isso?
Se afiliar ao sistema com toda sua podridão, protegendo-se em seu mando da indignidade, convivendo com a hipocrisia sorrindo como uma hiena?
Fechar os olhos as indignidades fingir que isto não esta acontecendo a minha volta, como um cego que não quer enxergar?
Migrar para outro país onde aja respeito entre as pessoas e se valorize a dignidade humana, onde aja uma distribuição justa e oportunidades iguais para todos?
Se entregar aceitando covardemente a miséria de uma vida medíocre vivendo e admirando a prosperidade alheia admitindo a incapacidade de lutar por uma sociedade melhor, entregando tudo ao destino ou as mãos de Deus?
Cultura princípios fundamentais de ensinar e educar um povo.
Cultivamos a cultura?
Que tipo de cultura! A que favorece os poderosos?
Cultura o melhor caminho para a conscientização dos problemas sociais.
Quando adquirimos cultura despertamos nossas mentes, rompemos paradigmas culturais despertamos nossos interesses pelo desconhecido, torna-nos críticos a que nos é imposto, adquirimos o discernimento para julgar com livre arbítrio as situações sociais e cívicas com astúcia e equilíbrio.
Adquirir cultura não é estar sujeito a dogmas, paradigmas, etnias, seitas ou regras criadas pré-estabelecida por uma sociedade egoísta e corrupta induzindo e condicionando a sociedade ao bem estar de uma minoria dominadora.
A verdadeira cultura rompe barreiras culturais, extrai o que tem de melhor da sociedade moderna evoluindo sempre em busca do equilíbrio do bem estar de todos, desprezando interesses mesquinhos dos egoístas.
Nossa cultura e expirada em que?
Infelizmente temos uma cultura corrompida, péssima herança recebida de nossos colonizadores e imigrantes avarentos e extremamente egoístas, amantes de si mesmos sem o mínimo interesse pela nação.
Somos bombardeados frequentemente por más influencias findo de toda parte do mundo, métodos e processos que nos educa a ser maquiavélicos com nos mesmos, inibindo e escondendo os resultados do futuro daquilo que plantamos.
Armamos armadilhas para nossos próprios filhos, às gerações futuras de nosso país, somos tão estúpidos ou ingênuos que nos contentamos com prazeres momentâneos não conseguimos enxergar um palmo alem dos nossos narizes.
Vivemos em uma sociedade onde o povo é cego, os do poder nos governa de uma forma feudal da idade media, a casta do poder dividi a nação loteando aos partidos políticos mantendo com facilidades e suborno, afiance aos investidores famintos pelo dinheiro extraído do povo a todo e qualquer custo.
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25/08 - 19:55: Valdemir Ribeiro Albuquerque - Campo Grande
» Ajuda para o Senhor Marco Antônio pensar um pouco além. Concordo com o senhor. Muito bom o seu raciocínio. Apesar de ser bom, ele é pobre, pois suas possibilidades encontram os mesmos culpados de sempre. Muito fácil acusar o lixeiro, o policial militar, o carcereiro, o pobre, o desempregado, o negro, a prostituta, o homossexual. Muito fácil - muitas vezes não precisa nem de provas concretas. Agora eu proponho ao senhor inverter o seu raciocínio direcionando-o para o lado oposto dos culpados habituais. Não ficou mais rico? As possibilidades não aumentaram? E sempre lembre-se que uns podem falar e têm todo o espaço da mídia para contar sua versão e outros "se falam" são simplesmente demitidos. Às vezes nem precisam falar, basta que desconfiem que tenham falado. Ora, quem quer o silêncio, o bandido ou o mocinho? Onde impera a LEI DO SILÊNCIO, nos locais onde o Estado está ausente, ou nas repatições públicas? Não se iluda, meu camarada, não se iluda. Quem quererá perder um salário de R$ 5.550,00 líquido por mês por dizer mentiras contra homens poderosos? O carcereiro, quando demitido, fica sem salário, sua familia sofre. Além disso, senhor Marco Antonio, quando uma autoridade quer punir um servidor subalterno ou negar-lhe algo o argumento mais usado é: "há falta de previsão legal". Infelizmente "há falta de previsão legal". MEU AMIGO, morrer calado é a coisa mais triste que existe, visto que até os porcos gritam ao morrer. Vivemos e morremos e percebemos que NÃO HAVERÁ DEMOCRACIA, NÃO EXISTIRÁ COMBATE À CORRUPÇÃO, enquanto não mudar a mentalidade do povo, das eleites e dos governantes. Não é o argumento de autoridade que deve prevalescer, o que deve prevalescer é a verdade. A verdade só pode prevalescer quando o mais fraco puder contar sua história de modo livre, do mesmo modo que faz o mais forte. Deve pensar o mais forte: " Se eu errar, ou melhor, se descobrirem o meu erro, eu aposento.". Deve pensar o mais fraco : Se eu errar, ou se descobrirem o meu erro, eu sou demitido, sou preso e humilhado - em síntese, minha família sofre. LEI DO SILÊNCIO - CORRUPÇÃO - IMPUNIDADE SÃO IRMÃOS GÊMEOS.
Valdemir Ribeiro Albuquerque
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24/08 - 11:25: Marco Antonio - Campo Grande/MS
» Para senhora Maria de campo Grande: Cara Maria, não sei se é de seu conhecimento, não só os direitos dos presos, mas o direitos de todos cidadãos são assegurados pela Constituição. Aliás, o direito da sociedade esta acima do particular (preso). A partir do momento que o preso ou o próprio advogado exercer seu direito e prerrogativas para o crime, e isso, nessa situação você não pode afirmar que não ocorreu, pois ainda esta em investigação, deve ser investigado sim, para ratificar o direito de segurança da sociedade em detrimento de uns presos.
O que não entendo também é o seguinte, e você como parece ser bem ferrenha na defesa desses agentes: começo da história; foram feitas gravações no parlatório sem autorização judicial, bem como nas salas de visitas íntimas (que até hoje não foi comprovada por quem denunciou); depois falaram que houveram autorizações, porém, ilegais; e hoje aparece esse título: “Ex-diretor do Sistema Penitenciário Federal denunciado por falsidade”, que o ex-direto usou de ma-fé para “engambelar” o juiz federal e para ele autorizar coisas a mais. Aliás, toda essa situação corria (ou corre) em segredo de justiça. Se não fosse alguns espalharem na internet, não correria risco nem para a família dos agentes, nem para os juízes. Outra pergunta: se é constitucional ou não as gravações, é os próprios agentes que decidem?! Não seria o correto esperar órgãos judiciais superiores declararem a legalidade ou ilegalidade para depois sair mostrando? Não sei se a senhora sabe, mas o segredo de justiça também é defendido por lei.
É, denunciaram as escutas ilegais, depois denunciaram que tinham autorizações, porém, elas são ilegais (os próprios agentes e seu advogado que decidem se são ou não ilegais), depois na verdade a culpa é do ex-diretor que usou de má-fé para enganar os juízes. Qual será a próxima versão? É esperar para ler!
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20/08 - 10:33: Maria - Campo Grande
» Para Marco Antonio, que fez esse comentário : 30/06 - 21:56: Marco Antonio - Campo Grande-MS
» Só queria que alguém me respondesse uma coisa: pq esses agentes penitenciários, "deduram" as escutas? Fizeram em defesas dos presos?! Hahaha! Pô! Gostaria que tivesse mais agentes penitenciários assim, tão preocupados com so direitos dos presos, sem querer nada em troca!
Os agentes penitenciários não estavam preocupados com o direito dos presos, pois esses direito são assegurados pela constituição, pelos direitos humanos, se os juizes federais não respeitam a constituição , violando a intimidade dos presos e o direito dos advogados...paciência. O que podemos fazer contra esses juízes? Te respondo: absolutamente nada, pois eles se acham superiores ao resto da humanidade, é notório que eles se protegem, quem está abaixo deles sofre, sofre muito , a exemplo desses agentes penitenciários federais, que denunciaram essas irregularidades, não só em respeito a nossa constituição, mas para proteger a classe e a própria família, que com certeza seriam alvos dos presos quando tudo isso viesse á tona. Lembre-se um JUIZ FEDERAL, não é DEUS, mas, eles acham que são. Espero que vc Marco Antonio, nunca tenha a coragem que esses agentes tiveram de denunciar tudo isso, pois se vc for corajoso igual a eles, será apresentado ao inferno. Sua vida será devastada, será tratado como bandido, nada de bom que vc fez em sua vida até hoje será considerado. Eu queria ter a coragem que esses AGENTES PENITENCIÁRIOS FEDERAIS, ex-lideres sindicais tem, mas como não tenho essa coragem porque infelizmente sou fraca, tenho medo de perseguição, me conformo em admirá-los, da mesma forma que admirava na minha infância os Super Heróis.
Este está corrigido.
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18/08 - 20:10: Thaysa Rodrigues Nunes - Belo horizonte/MG
» gostaria de ver a ação popular do Dr. José Magalhães.
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14/08 - 15:30: LUCABI BRASIL - CURITIBA
» Se não se respeita a privacidade entre condenado que não significa necessariamente culpado e seu advogado é porque o direito humano não esta sendo respeitado, quem concorda com este absurdo de escuta ou é ignorante ou louco só falta faser apologia a regimes ditatoriais!
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14/08 - 15:24: lucabi brasil - curitiba
» Escutas autorisadas para ouvir cliente e advogado, há quem concorde hoje porem nem todos são realmente criminosos , quem dira em um sistema controlado e mal intencionado como foi na época da ditadura e quem garante que o país não venha a passar por algo parecido no futuro!
O direito de privacidade deve ser repeitado se não for assim não há justiça ela simplesmente não existe!
Sei bem o que é ser punido injustamente!
N
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12/08 - 16:49: Jose Carlos - Campo Grande / MS
» no site do midiamax.com existe uma materia sobre nepotismo no hospital regional, estao falando de parentes de gerente de enfermagem, chefes de setor, mais existe uma muito maior, a sobrinha do diretor geral de Assistência à Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES/MS). direitos iguais, oportunidades iguais, concursos publicos idoneos, processo seletivo (conversa para boi dormir)
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04/08 - 12:29: julio@hotmail.com - campo grande ms
» TEMOS QUE ACABAR COM ESQUEMAS DE CARTAS CONVITES NA PREFEITURA DE CAMPO GRANDE/MS, HA 12 ANOS ESSES ESQUEMAS ESTAO SAQUEANDO OS COFRES PUBLICOS, ONDE ESTA O MINISTERIO PUBLICO.
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23/07 - 23:22: Valdemir Ribeiro Albuquerque - Campo Grande
» Resposta ao senhor Marco Antonio que publicou em 30/06 - 22:56: indagando por que os agentes denunciaram, ou "deduraram" a existência de câmeras, etc. Leia com atanção as informações do sítio www.brasilverdade.org.br que você ficará sabendo.
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13/07 - 17:40: Marco Antonio - Campo Grande
» Paulo Magalhães coloca a outra versão também
Correio Braziliense publica artigo do presidente da AJUFE em defesa do juiz federal Odilon de Oliveira.
Na edição deste sábado (10), o jornal Correio Braziliense publicou artigo “A verdade necessita ser dita: a OAB equivocou-se”, do presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil – AJUFE, Gabriel Wedy. No artigo, o presidente defende as medidas adotadas pelo juiz federal Odilon de Oliveira, de autorizar a gravação de conversas entre advogados e seus clientes no parlatório do presídio federal de Campo Grande.
Leia o artigo:
A verdade necessita ser dita: a OAB equivocou-se
A verdade sobre a determinação do juiz federal Odilon de Oliveira, titular da vara especializada no processamento dos crimes financeiros e de lavagem de dinheiro de Mato Grosso do Sul, de autorizar a gravação de conversas entre advogados e seus clientes no parlatório do presídio federal de Campo Grande precisa ser levada de forma séria para a população brasileira.
Ao contrário do que diz a Ordem dos Advogados do Brasil, a gravação foi legal porque atendeu aos requisitos previstos em lei federal. É por isso que os presídios federais dispõem de sistema de gravação, inclusive dentro dos parlatórios, onde acontecem as conversas entre clientes e advogados.
No caso em pauta, a gravação foi autorizada depois de uma análise rigorosa daquele magistrado, que tem uma história de luta contra o crime organizado e contra quem não consta nenhuma acusação desabonadora. É necessário que o país saiba que graças à medida do juiz federal Odilon de Oliveira várias ações criminosas deixaram de acontecer. Entre elas, o sequestro de um dos filhos do presidente da República.
O que ninguém pode negar, nem a OAB, é que as penitenciárias federais de segurança máxima abrigam criminosos de alta periculosidade, o bastante para justificar medidas que garantam a segurança pública e impeçam que esses presidiários continuem, com a ajuda de parentes ou maus profissionais de qualquer natureza, a gerenciar suas atividades criminosas.
Por isso, a Associação dos Juízes Federais do Brasil estranha a posição adotada pela OAB, que ao tomar a defesa de advogados envolvidos nesse caso, não está protegendo prerrogativas, mas, sim, maus profissionais que se utilizam de garantias legais para colaborar com atividades do crime organizado. É claro que as gravações são e devem permanecer como medidas excepcionais como ocorreu no caso exposto.
Mas a população brasileira tem consciência que ao agir daquela forma o juiz Odilon de Oliveira usou dos poderes que a lei lhe concede para cumprir a Constituição do País. Ele sabe, como todo magistrado sabe, que o preso tem direitos assegurados e que devem ser respeitados, mas também sabe que essa mesma Constituição, em seu Capítulo Segundo, artigo 6º, garante ao cidadão, homem do povo, o direito a “segurança”. Sendo assim, ao autorizar a escuta e impedir novos atos criminosos de quem já cumpre pena em presídio de segurança máxima, o juiz Odilon cumpriu a Lei.
É por isso, também, que a Ajufe vem acompanhando com maior empenho o Projeto de Lei nº 156/2009, que tramita no Senado Federal e que trata do novo Código de Processo Penal. Através de notas técnicas entregues naquela casa legislativa, os juízes federais defendem a manutenção do poder de instrução complementar do magistrado, redução das hipóteses de interposição de recursos (as propostas apresentadas até agora só aumentam os prazos e o risco da impunidade) e a não criação da figura do juiz de garantia, outra “novidade” que só vai aumentar o tempo de tramitação dos processos, o que quase sempre significa impunidade por culpa não do Poder Judiciário, mas do Poder Legislativo em face da prescrição.
Quanto à denúncia de vazamento do material obtido através das gravações, o país também precisa saber como elas chegaram a público. O que nenhuma das supostas vítimas fez questão de contar, e que em nome da verdade e da defesa da honra de um magistrado sério e competente, como o Juiz Odilon Oliveira, colocamos com firmeza e segurança a público, é que elas foram postadas em site internacional pelo próprio advogado que representa os agentes penitenciários federais. Essas gravações foram subtraídas do presídio federal de segurança máxima, assim como vários outros documentos. Uma ação de busca e apreensão nas residências desses agentes, que respondem a várias sindicâncias, encontrou cópias desse material.
Também foram encontradas gravações de reuniões em que ficou combinada a venda dessas gravações para uma revista de circulação nacional, por R$ 2.000.000,00, como matéria jornalística.
Por tanto, justiça seja feita: A OAB equivocou-se e o juiz federal Odilon de Oliveira apenas cumpriu exemplarmente com seu poder-dever jurisdicional garantido pela Constituição Federal.
Gabriel Wedy - tem 36 anos, é juiz federal, presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil [Ajufe].
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08/07 - 14:10: João Márcio Escobar - Campo Grande/MS
» Resposta de um frade sobre a retirada dos simbolos religiosos das repartições publicas, feita pelo MPF de São Paulo...
Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas…
Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião.
A Cruz deve ser retirada!
Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas;
Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte;
Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde os pequenos são constrangidos e torturados;
Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento;
É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças; das misérias e sofrimentos dos pequenos; dos pobres e dos menos favorecidos.
Mais e necessário também tirar as fotos de Maus Presidentes, Maus Governadores e de Maus prefeitos, pois são eles os verdadeiros culpados, do que cito acima..
Frade Demetrius dos Santos Silva
São Paulo/SP – 27.02.2010.
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